O progresso e Chesterton

Gustavo Corção Braga

Resumo


Gustavo Corção apresenta ao público brasileiro o então desconhecido Gilbert Keith Chesterton. O polemista inglês ainda desconhecido por essas paragens foi objeto de uma apresentação bastante curiosa, a partir da obra mais conhecido do autor no Brasil: Ortodoxia. Corção trata do conceito de progresso e utiliza do escritor inglês para lembrar, lá na década de 1940, o que é preciso gritar ainda hoje nos telhados: que todo futuro só se torna real quando se tem um olhar retrospectivo. De modo negativo, pode-se dizer que quem trabalha para esquecer seu passado, de costas para as suas raízes, trabalha sabotando qualquer possibilidade de um progresso duradouro e fecundo.

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